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Saúde

Espaço Parto Adequado

A Agência Nacional de Saúde (ANS) divulgou no início do ano uma série de iniciativas que visam reduzir o número de Cesarianas e incentivar o parto normal. Uma delas é o Projeto Parto Adequado, desenvolvido pela agência em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), com o apoio do Ministério da Saúde, que visa promover a discussão de modelos inovadores de atenção ao parto e implementação de projetos pilotos que, futuramente, possam ser replicados pelas operadoras signatárias. Como parte do projeto, a ANS conta com o apoio desses e outros players que atuam no setor de saúde para contribuir com informações de qualidade para que a gestante possa fazer a melhor escolha. A SulAmérica está entre as empresas apoiadoras.

A principal finalidade desta iniciativa é possibilitar o acesso à informação para que a escolha quanto ao melhor procedimento tenha base conceitual e esclarecimentos sobre a utilização e suas consequências.

Para conhecer um pouco mais do projeto, consulte a página da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Acesse aqui.

 

 Índice de Parto no mundo

O Brasil lidera o ranking global de cesarianas com cerca de 84% dos partos realizados pela rede particular, enquanto que a comunidade médica internacional considera que a taxa ideal de cesárea seria entre 10% e 15%, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O número expressivo reacendeu o debate sobre parto normal X cesárea, após divulgação de uma série de medidas anunciadas pela Agência Nacional de Saúde (ANS), desde o início do ano para reduzir o número de cesáreas e incentivar o parto normal.

Veja abaixo a relação de taxas de parto Cesariana em alguns países da América do Norte e Europa:

Estados Unidos 33,3%
Canadá 11,3%
Comunidade Europeia Entre 17% (Suécia) e 52% (Chipre)

 

 Índice de Parto na SulAmérica

Os segurados SulAmérica interessados em obter informações relativas aos percentuais de cirurgias cesáreas e de partos normais podem acessar no link abaixo. Em casos de dúvidas das informações adquiridas no link, entre em contato com a nossa central de atendimento, o número consta no verso do seu cartão de identificação.

Confira os percentuais de tipos de parto na SulAmérica:

- N° de Registro na ANS 416428

- N° de Registro na ANS 006246

O que está coberto?

Para os produtos que contemplam cobertura obstétrica, é importante informar que, de acordo com o Rol de Procedimento da ANS, as modalidades cobertas são parto normal e Cesariana em ambiente hospitalar. Para esclarecer eventuais dúvidas sobre coberturas, carências e reembolso, consulte os nossos canais de atendimento.

 Índices de parto dos prestadores SulAmérica

Para consultar os índices de parto dos prestadores SulAmérica, clique aqui.

 Cartão da Gestante

Cartão da Gestante

Preenchido pelo médico, contém todas as informações importantes da gravidez, como resultados de exames, uso de medicamentos, data provável do parto, entre outras.

Acesse aqui o cartão da gestante.

Partograma

É um documento de uso hospitalar que centraliza a evolução do parto com informações como o batimento cardíaco do bebê, dilatação e percepção de dor da gestante, entre outras.

Confira aqui um modelo de partograma.

Nota de Orientação à Gestante

Visa esclarecer dúvidas acerca dos riscos e benefícios da cesariana e do parto normal.

Clique aqui para ter acesso ao documento.
 

 Médicos, clínicas e hospitais parceiros

Veja abaixo a lista de médicos e clínicas parceiros:

- São Paulo
- Rio de Janeiro

O Hospital Nipo Brasileiro (SP) e o Hospital Pasteur (RJ) são parceiros da SulAmérica no projeto Parto Adequado.

 Programa SulAmérica Saúde Ativa

Futura Mamãe

Objetivo:
Orientar a gestante de risco quanto aos cuidados necessários com a alimentação, atividade física, exames preventivos, importância das consultas médicas programadas, relacionamento com o médico ginecologista/obstetra, além dos cuidados após o nascimento do bebê.

Público-alvo:
Gestantes menores de 18 anos ou com 35 anos ou mais, com tempo de gestação de até 30 semanas, gestação múltipla, gestantes hipertensas, diabéticas, cardiopatas ou com histórico de doenças em gestações anteriores em qualquer idade gestacional.

Modelo de Cuidado:
Monitoramento telefônico mensal, realizado por enfermeiras e nutricionistas, que abordam orientação nutricional, atividade física, sinais de pré-eclâmpsia, sinais de trabalho de parto e amamentção. São realizadas de 3 a 6 visitas domiciliares (com opção de atendimento via internet), com uma visita após o nascimento do bebê.

Qual é a duração?
Durante a gestação e até o 4º mês de vida do bebê.

Abrangência:
Nacional.

Para mais informações entre em contato com nossa equipe através do e-mail: saudeativa@sulamerica.com.br.  

 

 Papel das operadoras de Saúde

A SulAmérica e demais empresas apoiadoras têm um importante papel de difundir conhecimento, contribuindo para a construção de um ambiente mais transparente para que a gestante possa encontrar apoio e orientações que vão tornar seu pré-natal mais saudável, levando a uma escolha segura e consciente sobre o melhor tipo de parto, para ela e para o bebê.

Como propagadores de informação, para que a gestante tenha maiores condições de escolher o parto mais adequado, temos um horizonte de perspectivas muito positivo, como redução de taxa de utilização de UTI Neonatal, redução de complicações relativas ao parto e, até mesmo, melhora no vínculo entre a mãe e o bebê.

 Parto Humanizado

A Humanização do parto vem incorporando-se nas políticas de saúde, porém, pode ter seu significado interpretado de forma subjetiva. Mas, o mais importante de tudo é entender que a humanização do parto é um processo em que a gestante e o recém-nascido se tornam os protagonistas reais do acontecimento, dando à mãe total controle sobre esse momento.

Respeita-se a fisiologia natural do parto e cabe à obstetrícia, em casos de baixo risco, apenas acompanhar o processo e não tentar aperfeiçoá-lo ou mecanizá-lo.

 Palavra de Especialista

17 DE NOVEMBRO – DIA MUNDIAL DA PREVENÇÃO DO PARTO PREMATURO

A prematuridade reflete no comprometimento do desenvolvimento dos recém-nascidos, aumento o risco de morte e sequelas motoras e cognitivas, em especial a paralisia cerebral. Considera-se “Prematuro” aquela criança cujo nascimento tenha ocorrido antes da 37ª semana de gestação o que representa aproximadamente 10% de todos os nascimentos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), nascem 15 milhões de bebês prematuros por ano em todo o mundo, destes aproximadamente 340.000 ocorrem no Brasil o que significa dizer que em nosso país nascem em média 1.000 crianças prematuras todos os dias conforme informações do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos do SUS e Ministério da Saúde – SINASC.

Alguns nascimentos prematuros são inevitáveis, pois decorrem de hemorragias, hipertensão arterial, doenças maternas e complicações fetais. No entanto, é possível em muitas situações prevenir a sua ocorrência ou pelo menos adiar o nascimento. Há três fases de prematuridade: os prematuros extremos que nascem entre 25 e 28 semanas; os prematuros precoces que nascem entre 28 e 32 semanas; e os prematuros tardios que nascem entre 32 e 37 semanas. Acima de 37 semanas não é mais considerado prematuro, contudo o ideal é o nascimento entre 39 e 42 semanas. A melhor UTI Neonatal é o útero da mãe desde que não ofereça riscos à gestante ou ao seu filho. Cada dia a mais que o bebê permanecer alí durante o período gestacional, melhor será sua qualidade de vida.

A identificação precoce de uma gestação de risco tem se mostrado eficaz na prevenção do nascimento prematuro. Em gestantes consideradas de risco, algumas medidas devem ser adotadas além de uma atenção pré-natal personalizada como repouso domiciliar ou hospitalar, orientação nutricional e estilo de vida, utilização de medicamentos ou mesmo a realização de procedimentos para evitar a dilatação do colo uterino e assim o parto prematuro, de acordo com a gravidade de cada caso.

Obviamente que, além de todas estas medidas, é necessário que estejamos preparados para o parto destas crianças que exige cuidados especiais, oferecendo todo suporte intensivo neonatal necessário para a criança prematura.

Antonio Fernandes Moron

Professor Titular do Departamento de Obstetrícia

Escola Paulista de Medicina – UNIFESP